terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Adoração Eucarística | Janeiro



«Viemos do Oriente adorar o Rei»


I. CÂNTICO INICIAL: Não adores 
Não adores nunca ninguém mais que a Deus.
Não adores nunca ninguém mais que a Deus.
Não adores nunca ninguém mais,

Não adores nunca ninguém mais 
não adores nunca ninguém mais, que a Deus. 

Não escutes...

Não contemples...

Porque só Ele nos pode saciar. 
Porque só Ele nos pode saciar.
Não adores nunca ninguém mais, 
não escutes nunca ninguém mais,
não contemples nunca ninguém mais que a Deus.


II. SALMO RESPONSORIAL
Virão adorar – vos, Senhor, todos os povos da Terra. (Repete – se)

Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar
e a vossa justiça ao filho do rei.
Ele governará o vosso povo com justiça
e os vossos pobres com equidade.

Florescerá a justiça nos seus dias
e uma grande paz até ao fim dos tempos.
Ele dominará de um ao outro mar,
do grande rio até aos confins da terra.

Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,
os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.
Prostar-se-ão servir.

Socorrerá o pobre que pede auxílio
e o miserável que não tem amparo.
Terá compaixão dos fracos e dos pobres
e defenderá a vida dos oprimidos.

III. CÂNTICO: Nada te perturbe

IV. LEITURA
da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios [Ef 3, 2–3 a 5–6]
Irmãos: Certamente já ouvistes falar de graça que Deus me confiou a vosso favor: por uma revelação, foi – me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho. 

V. LEITURA
do Caminho de Perfeição da nossa Mãe Santa Teresa de Jesus
Dai– nos, bom Mestre, remédio para vivermos sem muito sobressalto. O remédio que, por sua Majestade, nos foi dado é o amor e o temor. O amor nos fará apressar o passo: o temor nos fará ir vendo onde pomos os pés para não cair em caminho onde há tanto em que tropeçar.
Dir-me-eis: Como saberemos se temos estas duas virtudes tão grandes? E tendes razão, porque sinal muito certo e determinado não o pode haver; porque se tivéssemos de ter amor, ficaríamos certos de que estamos em graça. Mas, olhai, há sinais que parece até os cegos vêem; não ficam secretos. Amor e temor de Deus, são dois castelos fortes.
Quem deveras ama a Deus, todo o bem ama, com os bons se junta e os favorece e defende; não ama senão verdades e coisas dignas de se amar. Pensais que é possível, a quem ama a Deus, amar vaidades, ou riquezas, ou coisas do mundo, ou honras, ou contendes, ou inveja? Não, que nem pode. Que o amor de Deus, se deveras é amor, é impossível que esteja muito encoberto. Isto tem o amor: há mais e menos; e assim se dá a conhecer conforme a força que ele tem; mas, pouco ou muito, como haja amor de Deus, sempre se conhece.
Assim, procurai ser afáveis para todas as pessoas, para que desejem a vossa maneira de viver. Quanto mais santas, as pessoas, mais simpáticas e conversáveis com os outros. Isto devemos procurar: ser afável e agradar e contentar as pessoas sem ofender a Deus.
Amor e vontade determinada de não ofender a Deus. Amor e temor e podeis ir por este caminho sossegados e tranquilos.

 [Silêncio/ressonância]

VI. PRECES

1. Senhor, dai aos jovens um espírito generoso,  para que respondam afirmativamente ao vosso chamamento.

2. Para que a Igreja, sinal visível do amor de Deus aos homens, seja conhecida e amada por todos, oremos, irmãos.
[Prece espontânea]

VII. PAI NOSSO

VIII. ORAÇÃO FINAL
Oração pelo Último Missionário

Pai, coloco nas tuas mãos a minha vida, com tudo o que tem de grande e frágil. Faz que dela possa levedar força e coragem em favor do último missionário, que vacila sob o peso do cansaço e do arado.

Pai, que não se perca nenhuma gota do esforço do meu dia, pois o ofereço por aqueles a quem chamas hora a hora, a trabalhar na tua vinha.
Pai, quero o que Tu quiseres. Quero que a minha alegria e o meu sorriso sejam missionários. Quero que eles não sejam só meus, mas também deles, e se transformem em fé e em esperança.
Pai, quero que o último missionário sinta o abraço amoroso do teu Filho Jesus e do Espírito Santo, a fim de que possa abraçar com amor a sua cruz e dela ver nascer luz para o caminho. Quero que sinta o carinho maternal de Maria, que sempre o traz no seu coração de mãe.
 Pai, obrigado! Obrigado pela tua revelação na estrada da vida e por me levares a desejar-Te, a amar-Te, e a oferecer a vida pelo mais desalentado dos missionários.
Pai, guia sempre o meu desejo de fazer da minha vida uma oração constante pelo último missionário, a fim de que, no cimo da colina, e até ao último pôr-do-sol, eu jamais me canse ou baixe as mãos enquanto ele se encontrar na sementeira do Teu Reino.
Isto Te peço unido a Jesus e Maria, nossa Mãe. Amen.

Jovens Kanimanbos
Adoração Eucarística
Convento do Carmo 
Janeiro 2011