
A glória de Deus é a salvação da humanidade!
MISTÉRIOS GLORIOSOS
INTRODUÇÃO:
A glória de Deus é a salvação da humanidade. Nisto se concentram os mistérios gloriosos. Mistérios que não são enigmas ocultos, mas precisamente a manifestação histórica e concreta, na vida dos humanos, da acção salvífica de Deus, que é o primordial mistério do mundo. A manifestação dessa glória de Deus, enquanto glória da humanidade, é a pessoa de Jesus Cristo. E a glória de Deus, presente e manifesta na humanidade de Jesus, é, antes de tudo, a paradoxal glória da cruz, porque é a glória do amor, que dá a vida, de forma livre e inocente, por todas as vítimas inocentes da história.
CÂNTICO DE ENTRADA:
Ave Maria, Mãe da Igreja,
Santa Maria, minha Mãe
Tu és a estrela, tu és a verdade
Tu és caminho que leva à Eternidade
PRIMEIRO MISTÉRIO
A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO
LEITOR 1
A manifestação da glória de Deus, na ressurreição de Jesus, é o paradigma da glorificação dos humanos e do mundo. Não por artes mágicas e triunfais, que façam reviver quem estava morto, mas como força do amor, que permite dar a vida. Esse amor, porque é a força de Deus, vence a morte, abrindo-nos á dimensão da vida verdadeira, para além da vida biológica. Por isso, a ressurreição de Jesus é o inicio da consumação da glória de Deus, que se dará também na nossa ressurreição: é o inicio da nossa glorificação, como dádiva do Deus que ama até á morte e para além da morte e para além da morte. Porque o seu amor é mais forte que a morte e só ele poder libertar-nos para a vida eterna. Esse é o «motivo de crédito» (act 17, 31), oferecido a todos os humanos que o procuram e o acolhem.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
SEGUNDO MISTÉRIO
ASCENSÃO DE JESUS AOS CÉUS
LEITOR 2
A ressurreição não é mera reincarnação ou regresso á vida que se tinha. É entrada numa outra dimensão da vida: a dimensão de Deus. Se é certo que já podemos viver, neste mundo, na dimensão de Deus, só com a ressurreição isso se torna realidade plena. Por isso, com a ressurreição, Jesus ascendeu á plena dimensão de Deus, á qual pertencia, desde sempre. Aceitando o percurso humano, que divide a experiência da presença de Deus com a da sua ausência, Jesus fez, como qualquer humano, um caminho para a plenitude de Deus, que se cumpre na Ascensão, tornando assim possível, a todos os humanos, o acesso á dimensão de Deus, por sua dádiva gratuita. Em Maria, vemos a humanidade na dimensão de Deus.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
CÂNTICO:
Eis que na dor nós encontramos
Escondida e viva a semente
Da alegria e da esperança:
O Senhor está vivo!
Qual sol nascente Deus nos veio
Rasgar as sombras da morte
E abrir a as sendas da Paz:
O Senhor está vivo!
TERCEIRO MISTÉRIO
DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS APÓSTOLOS
LEITOR 1
«Quando ele vier, o espírito da verdade, há-de guiar-vos para a verdade completa» (jo 16,13). Essa promessa de plenitude cumpre-se, precisamente, com o envio do espírito, que se passa a habitar a igreja e por ela, o mundo, representados em Maria e nos apóstolos. O espírito invisível manifesta a sua presença na forma de ausência. É ele que permite conhecera verdade de Deus e o seu caminho. Essa inspiração dá-se na autonomia e na acção dos discípulos, mas não de forma directa e poderosa. Porque o espírito segreda, no interior da decisão de cada um e no interior da vida da igreja, qual o caminho para a verdadeira glorificação dos humanos. Já assim foi, na relação com jesus: «ele há-de manifestar a minha glória, porque receberá do que é o meu e vo-lo dará a conhcer» (jo 16,14). Maria representa a humanidade animada pelo espírito da plenitude.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
QUARTO MISTÉRIO
ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
LEITOR 2
«[O Espírito] há-de anunciar-vos o que há-de vir» (Jo 16,13). O que há-de vir é, precisamente, a glória da vida em Deus, como consequência de uma vida oferecida aos outros e pelos outros. E essa glória será dada a cada um, segundo a sua identidade própria e irrepetível. Não se trata de uma glorificação abstracta ou de uma vida dissolvida num todo cósmico indefinido. trata-se da vida em Deus, experimentada por cada ser pessoal. E essa identidade incofundável de cada pessoa constrói-se, no mundo, como vida corpórea. Por isso, a ressurreição oferecida, é a ressurreição de cada pessoa, na sua identidade, que foi construída corporeamente. Assim se fala em ressurreição do corpo, ou da carne. Maria, na sua identidade única, representa a humanidade ressuscitada, por isso, a humanidade de cada humano, na intrínseca relação com o seu ser corpóreo. É por isso que ela foi «elevada» ao seio de Deus, permanencendo quem era e quem sempre foi.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
CÂNTICO
Onde ó morte a tua vitória
Do coração trespassado
Jorrou o triunfo do Homem:
O Senhor está vivo!
Em um só povo renascidos
No mesmo espírito fortes
Proclamaremos ao mundo:
O Senhor está vivo!
QUINTO MISTÉRIO
COROAÇÃO DE MARIA COMO RAINHA DO CÉU E DA TERRA
LEITOR 1
«Louvem todos o nome do senhor, pois a sua glória está acima do céu e da Terra» (Sl 148,13). A dimensão de Deus está «acima» do céu e da terra, porque é transcendente, é diferente da imanência do nosso mundo. E quem é glorificado é introduzido nessa dimensão de Deus, passando a partilhar, por isso, da sua condição, «acima» do céu e da terra. Ser rei ou rainha do céu e da terra não é mais do que partilhar a dimensão de Deus, vivendo em Deus e acolhendo, desse modo, o céu e a terra, numa dimensão diferente daquela em que pertencemos ainda ao céu e á terra. Maria, como primícia da humanidade libertada, vive plenamente nessa dimensão de Deus, sendo, por isso, rainha do céu e da terra. Conhece, pois, um modo pleno de se relacionar com o céu e com a terra. Nela, conhecemos a possibilidade de também, vivermos essa relação plena com o céu e com a terra em que caminhamos.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
TRÊS AVE MARIAS
A glória de Deus é a salvação da humanidade. Nisto se concentram os mistérios gloriosos. Mistérios que não são enigmas ocultos, mas precisamente a manifestação histórica e concreta, na vida dos humanos, da acção salvífica de Deus, que é o primordial mistério do mundo. A manifestação dessa glória de Deus, enquanto glória da humanidade, é a pessoa de Jesus Cristo. E a glória de Deus, presente e manifesta na humanidade de Jesus, é, antes de tudo, a paradoxal glória da cruz, porque é a glória do amor, que dá a vida, de forma livre e inocente, por todas as vítimas inocentes da história.
CÂNTICO DE ENTRADA:
Ave Maria, Mãe da Igreja,
Santa Maria, minha Mãe
Tu és a estrela, tu és a verdade
Tu és caminho que leva à Eternidade
PRIMEIRO MISTÉRIO
A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO
LEITOR 1
A manifestação da glória de Deus, na ressurreição de Jesus, é o paradigma da glorificação dos humanos e do mundo. Não por artes mágicas e triunfais, que façam reviver quem estava morto, mas como força do amor, que permite dar a vida. Esse amor, porque é a força de Deus, vence a morte, abrindo-nos á dimensão da vida verdadeira, para além da vida biológica. Por isso, a ressurreição de Jesus é o inicio da consumação da glória de Deus, que se dará também na nossa ressurreição: é o inicio da nossa glorificação, como dádiva do Deus que ama até á morte e para além da morte e para além da morte. Porque o seu amor é mais forte que a morte e só ele poder libertar-nos para a vida eterna. Esse é o «motivo de crédito» (act 17, 31), oferecido a todos os humanos que o procuram e o acolhem.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
SEGUNDO MISTÉRIO
ASCENSÃO DE JESUS AOS CÉUS
LEITOR 2
A ressurreição não é mera reincarnação ou regresso á vida que se tinha. É entrada numa outra dimensão da vida: a dimensão de Deus. Se é certo que já podemos viver, neste mundo, na dimensão de Deus, só com a ressurreição isso se torna realidade plena. Por isso, com a ressurreição, Jesus ascendeu á plena dimensão de Deus, á qual pertencia, desde sempre. Aceitando o percurso humano, que divide a experiência da presença de Deus com a da sua ausência, Jesus fez, como qualquer humano, um caminho para a plenitude de Deus, que se cumpre na Ascensão, tornando assim possível, a todos os humanos, o acesso á dimensão de Deus, por sua dádiva gratuita. Em Maria, vemos a humanidade na dimensão de Deus.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
CÂNTICO:
Eis que na dor nós encontramos
Escondida e viva a semente
Da alegria e da esperança:
O Senhor está vivo!
Qual sol nascente Deus nos veio
Rasgar as sombras da morte
E abrir a as sendas da Paz:
O Senhor está vivo!
TERCEIRO MISTÉRIO
DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS APÓSTOLOS
LEITOR 1
«Quando ele vier, o espírito da verdade, há-de guiar-vos para a verdade completa» (jo 16,13). Essa promessa de plenitude cumpre-se, precisamente, com o envio do espírito, que se passa a habitar a igreja e por ela, o mundo, representados em Maria e nos apóstolos. O espírito invisível manifesta a sua presença na forma de ausência. É ele que permite conhecera verdade de Deus e o seu caminho. Essa inspiração dá-se na autonomia e na acção dos discípulos, mas não de forma directa e poderosa. Porque o espírito segreda, no interior da decisão de cada um e no interior da vida da igreja, qual o caminho para a verdadeira glorificação dos humanos. Já assim foi, na relação com jesus: «ele há-de manifestar a minha glória, porque receberá do que é o meu e vo-lo dará a conhcer» (jo 16,14). Maria representa a humanidade animada pelo espírito da plenitude.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
QUARTO MISTÉRIO
ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
LEITOR 2
«[O Espírito] há-de anunciar-vos o que há-de vir» (Jo 16,13). O que há-de vir é, precisamente, a glória da vida em Deus, como consequência de uma vida oferecida aos outros e pelos outros. E essa glória será dada a cada um, segundo a sua identidade própria e irrepetível. Não se trata de uma glorificação abstracta ou de uma vida dissolvida num todo cósmico indefinido. trata-se da vida em Deus, experimentada por cada ser pessoal. E essa identidade incofundável de cada pessoa constrói-se, no mundo, como vida corpórea. Por isso, a ressurreição oferecida, é a ressurreição de cada pessoa, na sua identidade, que foi construída corporeamente. Assim se fala em ressurreição do corpo, ou da carne. Maria, na sua identidade única, representa a humanidade ressuscitada, por isso, a humanidade de cada humano, na intrínseca relação com o seu ser corpóreo. É por isso que ela foi «elevada» ao seio de Deus, permanencendo quem era e quem sempre foi.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
CÂNTICO
Onde ó morte a tua vitória
Do coração trespassado
Jorrou o triunfo do Homem:
O Senhor está vivo!
Em um só povo renascidos
No mesmo espírito fortes
Proclamaremos ao mundo:
O Senhor está vivo!
QUINTO MISTÉRIO
COROAÇÃO DE MARIA COMO RAINHA DO CÉU E DA TERRA
LEITOR 1
«Louvem todos o nome do senhor, pois a sua glória está acima do céu e da Terra» (Sl 148,13). A dimensão de Deus está «acima» do céu e da terra, porque é transcendente, é diferente da imanência do nosso mundo. E quem é glorificado é introduzido nessa dimensão de Deus, passando a partilhar, por isso, da sua condição, «acima» do céu e da terra. Ser rei ou rainha do céu e da terra não é mais do que partilhar a dimensão de Deus, vivendo em Deus e acolhendo, desse modo, o céu e a terra, numa dimensão diferente daquela em que pertencemos ainda ao céu e á terra. Maria, como primícia da humanidade libertada, vive plenamente nessa dimensão de Deus, sendo, por isso, rainha do céu e da terra. Conhece, pois, um modo pleno de se relacionar com o céu e com a terra. Nela, conhecemos a possibilidade de também, vivermos essa relação plena com o céu e com a terra em que caminhamos.
[Pai Nosso; Ave Marias; Glória ao Pai]
TRÊS AVE MARIAS
COMUNHÃO:
Senhor, Tu és o pão do céu, Pão entregue por nós
Em Ti Senhor nós somos um, Oh Cristo vencedor
Aquele que buscar com amor
A mesa há-de encontrar
Todos os pobres comerão
Palavra do Senhor
Eu dou a Vida, eu dou o pão
Àquele que crê em Mim
E Eu o ressuscitarei
No dia em que vier
CÂNTICO DE ADORAÇÃO / LOUVOR: (bênção do santíssimo sacramento)
Pai, eu te adoro
Te ofereço a minha vida
Como eu Te amo!
Jesus Cristo eu Te adoro…
Espírito Santo eu te adoro…
Trindade Santa eu Te adoro…
CÂNTICO FINAL
Ó virgem, Mãe de Deus, Escuta a nossa vós
Maria, Mãe dos Homens, Roga por nós
Tu és o caminho que leva a Jesus
Tu fazes da noite
Dia de eterna luz
Ao fim deste dia
Nós vimos a cantar
Teu olhar tão terno
Tua sede de ar
2.ª SEMANA MÊS DE MAIO
GRUPO KANIMAMBO CONVENTO DO CARMO